Southern Gothic

Deep, dark & dramatic. Bem do meu jeitinho. 💋

Esta é definitivamente uma das minhas playlists favoritas do Spotify, parece que foi feita especialmente pra mim! Eu sou apaixonada por country – acho que a maioria das pessoas não imagina isso – e quando as músicas desse estilo tem esse ‘toque’ mais dark eu simplesmente me apaixono.

Fiquei tão obcecada com essa playlist que até decidi chacoalhar a poeira desse blog e compartilhar aqui também! A minha favorita de toda a playlist é a #10 “Beat The Devil’s Tattoo” do Black Rebel Motorcycle Club. E qual é a sua?

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Ivy Levan

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Tenho que admitir, quando o Caue {meu bff , webmaster do Febre Teen! e rei do Universo em descobrir e me mostrar coisas boas} me mostrou a Ivy Levan, fiquei completamente apaixonada pela estética dessa cantora incrível, mas a música não me agradou de cara. Mas, como sempre, fui escutando até me apaixonar perdidamente por ela e cá estou compartilhando essa cantora linda com vocês!

Ivy Levan tem 28 anos e é modelo, cantora e atriz. Os clipes dela tem uma estética impecável e uma pegada meio dark {que eu amo}. Enfim, não tenho muito o que falar por que depende de vocês ouvirem ela, então fiquem com algumas fotos da diva pra se interessarem e dois clipes que gosto muito.

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 E de nada por te mostrar sua próxima obsessão.

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Lipsync for your life!

Como tema do mês o Rotaroots definiu que teríamos de escolher 5 músicas para fazer o lipsync for your life! Para quem vive em outro planeta, o lipsync é uma performance que drag queens fazem para continuar no reality RuPaul’s Drag Race, que já está em sua sétima temporada! Vem cá ver que músicas eu escolhi:
Icona Pop • I Love It
 Hino pop o-bri-ga-tó-rio para quem ama ir pra balada! Essa música é super animada e perfeita pra embalar aquela noite louca com azamigas!

Sky Ferreira • I Blame Myself
Essa música já entra naquele rockzinho pop, mas que me faz soltar a franga para cantar! Amo muito a Sky {como já disse nesse post, falando sobre o show dela} e amaria fazer o meu lipsync com esta música!

Hilary Duff • Sparks
Essa música entrou na minha cabeça de um jeito alucinante, e não consigo parar de cantar! Ouça e me diga se não é viciante mesmo. O clipe original está uma merdinha, então coloquei esse fan-made mesmo, que está muito melhor que o original.

Ariana Grande • Break Free
Todo mundo já sabe que a Ariana Grande é meu amorzinho platônico, então não poderia faltar nessa lista. Break Free tem um clipe tão fofo e Barbarella que não tem como não amar!

Brooke Candy • Opulence 
Brooke Candy é uma diva, e mostra isso muito bem em Opulence. Esse clipe é o mais bem produzido dela, e ela está mais “high fashion”, mas sem deixar a esquisitisse de lado. Vale a pena ver o clipe, caso você não conheça ela e esteja a fim de ver uma artista pop mais dark.

Depois dessa babadeira toda estou até cansada! E aí queridas, que músicas vocês dublam com toda a vontade do mundo?

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Os melhores shows da minha vida!

Como tema do mês de Março, o Rotaroots sugeriu um post sobre o melhor show da sua vida. Como eu sou uma pessoa extremamente decidida {e atrasada}, não consegui escolher apenas um show, então estou compartilhando quatro dos meus shows favoritos! Segue a lista e a dica para vocês não perderem de jeito nenhum o show desses artistas!

 

The Cure • 2013


 

Não é surpresa para ninguém que The Cure é minha banda favorita desde meus 14 anos, então era meio óbvio eles estarem como #1 nessa lista. Foi incrível ver o Robert Smith assim pertinho de mim, depois de tantos anos fan-girlizando o trabalho dele com a banda. Consegui ficar relativamente perto do palco, considerando a quantidade de pessoas, e fui às lagrimas inúmeras vezes {inclusive comprei máscara para cílios à prova d’água só para o show}. O show deles durou 3h15, pasmem, e tocaram quase todos os clássicos; para fãs como eu, foi um momento inesquecível e emocionante.

 

Ke$ha • 2015

 

Sky Ferreira •  2011


Esse show da Sky foi uma surpresa incrível: sou mega fã da cantora desde 2009, e nunquinha na vida achei que fosse vê-la tão perto. Bom, a história é a seguinte: a Sky começou a bombar em 2013, mais ou menos, e antes disso ela era relativamente desconhecida. Em 2011 ela era uma das modelos da fragrância CK One, da Calvin Klein, e graças à deusa a CK, juntamente com a MTV, deu uma festa em São Paulo, onde se apresentariam Copacabana Club e a Sky Ferreira. Pelo Twitter consegui ingressos VIPs para a festa para mim e meu amigo Kaue, e mesmo o show sendo na noite anterior à minha apresentação da banda do TCC {pensa numa pessoa que passou a noite em claro na balada ao invés de se preparar psicologicamente pro TCC} eu fui. E não me arrependi, viu? A festa era open bar de champagne e Absolut, com modelos andando de lingerie pela pista, um lusho! Copacabana Club, que eu não conhecia, foi uma surpresa super agradável, mas foi a Sky que ganhou o meu coração mesmo aquele dia. Com um show super rapidinho, mas que teve algumas das minhas músicas favoritas, ela se consagrou como minha diva rebelde do pop. Pouquíssimas pessoas estavam lá para vê-la {menos de dez}, então fiquei grudada no palco; vi a calcinha dela, cantei junto, ela se ajoelhava pra gente e fez um show incrível, por isso está nessa lista!

 

Madonna • 2012

Eu não sou fã da Madonna, mas tenho que assumir que esta mulher é incrível e o show dela é maravilhoso e super produzido! Ela me ganhou com as performances e bom humor, e como este foi o maior show pop que já fui, só tenho lembranças boas. Eu já vi a Madonna voguing gente, posso riscar isso da listinha de coisas fantásticas da vida! Mas foi a performance de Gang Bang que me chocou de verdade; até hoje quando vejo vídeos fico arrepiada, e mesmo assim o vídeo não consegue mostrar a dimensão do que foi ver aquilo ao vivo. O telão gigante explodindo sangue a cada homem que ela matava, ugh, foi fantástico {vide imagem acima}. Mas mesmo assim, fica a dica do vídeo aqui embaixo, se apaixone como eu me apaixonei!


E você, quais foram os melhores shows da sua vida?

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Through Waves



I’m currently drinking Earl Grey, listening to the preview of her new CD “Confluence: The Rivers of Sorrow” {you can listen up above} & wondering what I can say about Raine Holtz. Well, one time, she punched me in the face. It was awesome {just kidding, I just had to quote Mean Girls on this post}. Raine is a gorgeous transgender woman, whom I have the pleasure to know for a few years now & had the opportunity to meet once, after a lovely & intimate monologue by Daniel Ribeiro where Raine played hurdy-gurdy. I’d share pictures from that day, but I think that grinding pictures would take off my lady’s saint aura, so let’s focus on her art from now on.
Through Waves was created in 2006 & since then blesses this world with glorious music. Currently Raine is throwing a new crowdfundind project to help lauching her new CD “Confluence: The Rivers of Sorrow” – you can check it here. Through Waves is entirely independent, being totally produced by Raine herself. Quoting her biography:
Through, amidst, and even beyond all waves: this is Through Waves, the solo project created by transgender artist Raine Holtz, from Brazil. Far from the poor division of categories, Raine tirelessly works in her enclosed refuge to create an unique world of notes and richly detailed images, exclusively drawn, specially connected. The port of Through Waves is its independent record label The Schooner Harbour, by which the music is produced and released to the public, and in this port lives the person, instruments and talents: Raine alone composes, sings, plays, records, masters, edits, draws, produces, publishes and promotes her transcendent art.

For the most part, Through Waves’ compositions work as a medium of interaction between Raine and the world: a musical therapy. Through the healing quality of music as a tool of self-discovery and personal acceptance, she produces an ongoing documentation about her impressions of life. In this way, Through Waves becomes a vulnerable, intimate experience, meant to offer solace and understanding for those who feel the same way.

Elegant and thoroughly refined, the diversified music of Through Waves plays with many different musical genres and structures, becoming something way out of the ordinary guitar-based standard of current popular music: instruments such as the hurdy-gurdy, celtic harps, recorders and woodwinds, bowed strings, accordion and a vast array of hand-percussions from Latin, Middle-Eastern and African origins create alongside with synth pads and electronic landscapes a distinct atmosphere that would categorize the project as “world fusion”, “darkwave” or “ethereal”. But even art-rock, progressive influences and gothic ambiences are present, enriching the music to astounding levels. Using ancient instruments from all over the world, accompanied by a deep historical and cultural research, Raine explores conceptual themes that cannot be compared to the work of most bands: there is nothing trivial or mundane in Through Waves.

Since 2006, Raine works with Through Waves, and released under the private label The Schooner Harbour a series of albums, EPs and singles. While presenting her own music live in rare occasions, the fascination for Traditional music from a myriad of different cultures takes Raine out in the streets of her city, busking with a hurdy-gurdy and presenting a complete different approach in the way of sharing music: a very intimate and incredibly rich offering to the passing crowd, proving that diversity and flexibility are two key-words to describe this seriously underrated project, silently humming its enchanting magic below our noses for long years.

 
Say You’ll Be There, Spice Girls cover by Through Waves
 
 
To know more about Raine Holtz & Through Waves, follow her on social media:
 
OFFICIAL WEBSITE 
 
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Kali Uchis

Kali Uchis is one of my favorite singers ever. Her voice gets me high & I start daydreaming like it’ll be summer forever. According to Billboard:

Kali Uchis is a soul singer for the modern era. The Colombian-born artist builds songs from well-chosen samples, and draws on a wide variety of sounds & influences {…}

Uchis loves instrumental backdrops scavenged from the sweet sounds of the ’60s & ’70s — reggae, R&B & jazz. {…} Uchis’s vocals channel the tender pain of Billie Holiday over Ralfi Pagan’s pleasant vibraphones & sugary doo-wop. “Music nowadays is all about having no feelings & being too cool,” Uchis tells Billboard. “I wanted to reference classic shit from times when people let themselves be raw & vulnerable.” {…}

Uchis is releasing more music soon: an EP titled Por Vida is coming in 2015. It will include production from Bunx, who produced bass-heavy “Know What I Want,” and Tyler, The Creator.

 
 
I decided to make a simple illustration inspired by one of my favorite pictures of her {I had an urge to draw these past days & since I was listening to her music non-stop I decided to portrait her as well}. I loved the result, Kali herself is cute but the Teresa de Lisieux’s portrait is shitty, I admit I was too tired to do a better work. Anyway, I hope you guys get to know her music & love it as much as I do.
 
 
 
 
To know more about Kali Uchis, follow her on social media:
 
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