Big Kahuna Burger

Bom, o post de hoje é especial pois vou falar de duas coisas que amo muito, muito mesmo: hambúrguer e Quentin Tarantino. Mas como essas coisas tão diferentes se relacionam?

“Mmm-mmmm. That is a tasty burger. Vincent, ever have a Big Kahuna Burger?”

A resposta é simples: BIG KAHUNA BURGER. ♥

Se você já me conhece, com certeza sabe da minha paixão por comida {#duh} ou mais especificamente, hambúrguer! Sabe também que eu sou completamente obcecada e perdidamente apaixonada pelo Tarantino. Imagine agora quando uma hamburgueria deliciosa tem como tema o Universo Tarantino? Sim, quando eu descobri que isso existia eu morri um pouco por dentro. Quer a prova?

Essa é a minha carinha de felicidade quando visitei o local pela primeira vez, em 2013.

Bom, já estraguei a surpresa e mostrei que os lanches deles não estão pra brincadeira. Antes de deixar vocês com mais água na boca, vou contar um pouquinho sobre o Universo Tarantino. Em primeiro lugar: se você não gosta dos filmes dele, você está assistindo do jeito errado. Todos os filmes dele têm referências incríveis sobre milhares de obras primas do cinema, e ele as homenageia {não copia, como dizem as más línguas} de forma irresistível. Em segundo: ele criou um fucking Universo. Todos os filmes dele são interligados dos jeitos mais surreais possíveis, não tem como não amar isso.

A ORIGEM

O Big Kahuna é uma cadeia de fast-food com tema havaiano. Em Pulp Fiction, Jules tem um diálogo inesquecível com Brett e seus amigos enquanto saboreia um hambúguer da marca e toma uma Sprite de canudinho; Mr. Blonde passa no fast-food antes de encontrar Mr. White e Mr. Pink no depósito em Reservoir Dogs e Jungle Julia menciona estar em um outdoor próximo à um dos restaurantes da rede em Death Proof. Isso sem contar as aparições em Four Rooms, From Dusk Till Dawn e Romy and Michele’s High School Reunion.

Carteira linda do Rômulo feat. ilustrações gracinhas do jogo americano.
A SURPRESA EM SÃO PAULO

Mas e então, como eu conheci o restaurante paulistano? Estava passando um fim de semana com meus melhores amigos, Cauê e Matheus, quando eles mencionaram uma hamburgueria deliciosa que tinham ido a pouco tempo. Alguns dias antes, coincidentemente, eu vi uma página no Facebook chamada Big Kahuna e curti, achando que era uma homenagem aos filmes. Mal sabia eu que era a tal hamburgueria deliciosa que meus amigos tinha ido e que era do ladinho de onde estávamos!

O AMBIENTE

Chegando lá, fui recepcionada com “Chick Habit”, da trilha sonora do meu filme favorito ever – Death Proof, e a primeira coisa que reparei foi a decoração: ilustrações e grafites dos personagens nas paredes ao lado de vários pôsteres relacionados aos filmes do meu ídolo.

O local é pequeno mas aconchegante, e nunca pegamos o restaurante muito lotado. O atendimento demora um pouco dependendo da quantidade de pessoas, mas nada muito absurdo. E sim, já fui dezenas de vezes, geralmente levando pessoas para conhecer lá pela primeira vez. Todas as fotos aqui ilustradas foram tiradas em dias diferentes, por isso a iluminação e qualidade estão diferentes em cada uma.

A COMIDA

Agora a minha parte favorita: o cardápio e as referências! Você pode conferir aqui o menu, e nem preciso mencionar os gritinhos de alegria que dei ao ler cada um dos nomes escolhidos. Milhões de referências à Pulp Fiction {Five Dollar Shake, gente!} batizam os mais variados tipos de entradas, lanches e bebidas. Vou postar algumas das comidinhas que eu e meus amigos já provamos.

Freaking Fries

Royale With Cheese

Bacon Blast

Jack Rabbit Slim’s {com uma onion ring extra}

Uncle Sam

Bacon Porn

Quanta carne e principalmente, quanto bacon né? É até lindo de se ver! Ah, o legal é que eles tem um delicioso hambúrguer vegetariano, feito com mix de cogumelos {o Jack Rabbit Slim’s, na penúltima foto}, assim você pode levar todos seus amigos para curtir esse restaurante super diferente!

E aí, ficaram com fome? Se você for de São Paulo ou estiver dando uma passadinha, vá visitar o Big Kahuna! Tenho certeza que você não vai se arrepender.

Big Kahuna Burger
Alameda Lorena, 53 – Jardim Paulista – São Paulo – SP
Telefone: {11} 3051 6268
De terça a quinta 12h – 15h e também 19h – 23h / Sexta 12h – 15h e também 19h – 00h / Sábado 13h – 00h / Segunda fechado / Domingo 13h – 23h

Site Oficial
Facebook
Instagram

Continue Reading

Feminismo para iniciantes


“Garotas salvarão o Mundo” {Lisa Sterle}


Feminismo é provavelmente um dos assuntos mais controversos do momento. As pessoas tendem a acreditar que feministas são rebeldes sem causa, lésbicas que odeiam homens ou simplesmente garotas mal-comidas, e ainda dizem “não sou feminista nem machista, sou humanista”. Se você acredita em qualquer uma dessas coisas, hey, esse post é para você! 

Eu me identifico como feminista e apoio todas as mulheres {obviamente estou incluindo as mulheres trans aqui #duh}. Eu peço para que você abra seu coração e leia os textos a seguir, que eu tentei resumir o máximo possível, para que você entenda pelo que nós feministas lutamos. Os textos a seguir foram retirados de: Clara Averbuck e Papo de Homem.

“Ensinamos nossas garotas a se diminuir, se tornar menores. Dizemos para as garotas: “Tu pode ter ambição, mas não muito. Tu pode querer ser bem sucedida, mas não muito bem sucedida, do contrário, tu vai amedrontar os homens”. Por eu ser mulher, espera-se que eu queira casar, espera-se que eu tome as decisões da minha vida sempre lembrando que o casamento é a mais importante. Casamento pode ser uma fonte de alegria, amor e apoio mútuo, mas por qual motivo ensinamos as garotas a desejar o casamento e não ensinamos o mesmo aos garotos? Criamos garotas para que vejam umas às outras como oponentes, não por empregos ou conquistas, o que pode ser uma coisa boa, mas pela atenção dos homens. Ensinamos que elas não podem ser seres sexuais da mesma forma que os garotos são. Feminista: uma pessoa que acredita em igualdade social, política e econômica de gêneros.

Chimamanda Ngozi Adichie, escritora nigeriana.


O que é Feminismo?

Feminismo não prega ódio, feminismo não prega a dominação das mulheres sobre os homens. Feminismo clama por igualdade, pelo fim da dominação de um gênero sobre outro. Feminismo não é o contrário de machismo. Machismo é um sistema de dominação. Feminismo é uma luta por direitos iguais.

Há várias correntes dentro do feminismo, com pensamentos e posicionamentos distintos. Não há “o” feminismo, mas vários feminismos. Cada mulher constrói seu próprio feminismo. 

Existe essa grande falha lógica que é o sujeito achar que você tem que ser contra uma coisa pra ser a favor de outra; neste caso, “contra” os homens para ser “a favor” das mulheres. O feminismo não luta contra os homens, e sim contra o supracitado sistema de dominação, que, veja só, privilegia os homens e foi criado por… homens. Fica clara a diferença entre lutar contra um sistema e lutar contra todo um gênero?

Não sou Feminista, sou Feminina.
“Não sou feminista, sou feminina.” Como se isso quisesse dizer alguma coisa! Existe uma lenda de que ser vaidosa é antifeminista. Que uma mulher feminista não pode ser “feminina”. É mentira.

Existem algumas feministas que preferiram abandonar alguns dos procedimentos tradicionais de beleza, por considerá-los imposição da sociedade patriarcal. Por outro lado, também existem muitas feministas que andam de saia, francesinha nos pés e bolsa de oncinha nos ombros. E por que não andariam?

Tanto patricinhas depiladas de chapinha nos cabelos quanto ripongas peludas de sandália de couro podem ser feministas. Não existe nada no feminismo que seja necessariamente anti-esmalte nas unhas.

O feminismo defende direitos iguais e maior liberdade de escolha para as mulheres — e isso inclui a liberdade de pintar as unhas ou não, de ser juíza ou ser puta, de depilar ou não depilar, etc.

Homens e Feminismo

Homens: não digam às mulheres o que fazer.

Nada pode ser mais intrinsecamente machista do que você, homem, mesmo ó tão pró-feminista e ó tão razoável, querendo dizer às feministas como devem se comportar. Que “seriam mais ouvidas se fossem menos agressivas”. Que “deveriam ser mais dóceis”. Que não entende porque estão brigando logo com você, que é tããão fofo, tão pró-feminista, tão amigo!

Se você, homem, a essa altura do campeonato, ainda se acha no direito de dizer pras mulheres como devem se comportar; se acha que cabe a você determinar qual é a melhor maneira do feminismo alcançar seus objetivos; se acha mesmo que é aceitável esse tipo de comentário ao mesmo tempo autoritário e condescendente, então, meu amigo, você não entendeu nada. Mas tem conserto: fecha essa boca, abre esse ouvido.



Links interessantes sobre o assunto:
Continue Reading

Château de Versailles


The Château of Versailles was the center of political power in France from 1682 until the royal family was forced to return to the capital in 1789, after the beginning of the French Revolution. When the château was built, Versailles was a country village.

 







Chambre de la reine

 Galerie des Glaces






Versailles is a dream. It’s the most beautiful place I’ve ever been to & I highly doubt there will be a place I love more, no matter how much I try. The Château & the gardens are the exact representation of Heaven, in my opinion; if I die & won’t go to Versailles I’ll be seriously disappointed. One of the first things I did when I came back to Brazil was to watch Sofia Coppola’s “Marie-Antoinette” & it was awful: I cried & sobbed for over an hour. 

We took the train that connected Paris to the city & that’s where our surprises begun: the wagons’ walls are fully decorated with rococo ornaments, from flowers & birds to pink frills. The city itself is adorable {I’d define it as the ultimate suburbian dream} & it surrounds the château. The first thing you see are the golden gates & the vastness of the castle. After a few moments mesmerized outside, we got in; the chapel is the first room & the details are impressive {they do not allow visitors inside}. After going through a couple of rooms, we reached the Galerie des Glaces {I took the best mirror selfie ever} & yes, it’s as perfect as you imagine it. But I wasn’t satisfied yet: there was one more particular room I was willing to go – la Chambre de la Reine.

The Marie-Antoinette bedchamber is definitively the cherry on top of the cake; it’s more beautiful, elegant, dreamy & unbelievable than any other room. The ceilling, the wallpaper, the curtains, the chandeliers, the bed – bitch knew how to live! The clock in the middle of the mirror caught my attention {when I saw that in the movie I cried even louder}, but the bed is still my favorite thing about the room. 

The garden is epic, the lake is so extense there were rowing teams training; we sat there to rest & swans came to us, to make that moment even more unbelievable. We walked until the Petit Trianon, a small castle where Marie Antoinette lived too; unfortunatelly we had no time to go to le Grand Trianon nor le Domaine de Marie-Antoinette. 

No matter how much I try, I’ll never be able to translate what I lived there; it’s a dream – the most glorious & beautiful one – & if you wish enough like I did you’ll live it too.
Continue Reading

Montmartre & Moulin Rouge




Montmartre is a hill in the north of Paris, known for the white-domed Basilica of the Sacré Cœur on its summit & also famous as a bohemian district. Many artists had studios or worked around the community of Montmartre such as Henri de Tolouse-Lautrec, Salvador Dalí, Amedeo Modigliani, Claude Monet, Piet Mondrian, Pablo Picasso & Vincent van Gogh. Montmartre is also the setting for several hit films, as the hipster mainstream Le fabuleux destin d’Amélie Poulain (who doesn’t remember le Café des 2 Moulins?).  






 

Moulin Rouge

Montmartre is amazing, it’s the iconic bohemian paradise. The moment we got out of the Abessess station I knew I was in heaven, I knew it was the place I would like to spend my days until this life was finished {I mean, if only I could do it one hundred years before, thought}. I’m utterly obsessed with Lautrec, he is my favorite painter since I was a little kid! I remember my mom had this notebook with “La Goulue” on it’s cover & I used to look at it & think it was the pretiest thing ever; I have no idea why, but the lines, colors & movement really caught my eye. It took me weeks to write this post & I failed to express all my feelings in words, but I’ll share them, anyway.

First things first: Abessess. I love the old Métropolitain style & this was the first station featuring it, I was the only weirdo taking pictures of it. When we started to walk around, what a pleasure! The streets & buildings are adorable, Montmarte is charming like no where else I’ve been to; we really have that feeling that we are not in this age anymore. Obviously nowadays we have no artists hanging out, only tourists & souvenir sellers, but I still can dream. We took an elevator to the Sacré Cœur because we were running out of time; unfortunatelly we only spent a couple of hours in Montmartre. The Basilica itself is not more beautiful than Notre Dame or Sainte- Chapelle, that we had already seen, so it wasn’t exactly a surprise. People were in fact a little rude, saying we couldn’t take pictures when we didn’t even have a camera in hands. Oh, & it’s more dangerous there than any other places in our whole trip, so you better watch out.


We decided to walk down the hill to appreciate the neighborhood & find the Moulin Rouge. Down on the streets, we got to see the Sacré Cœur all lighten up above us & it was truly impressive {you can see a charming manège in my picture}. Heading to the Moulin Rouge we passed by lots of sex shops & strip houses {again: heaven!} & since it’s our tradition to go to sex shops we jumped in. Oh my goth, I found so many cute stuff that I can’t find in Brazil! It’s worth the visit, even thought I didn’t find my Burlesque Hello Kitty mug.


Walking a little more I saw it: a moulin shaped neon! I cried a little, I must confess. The ticket was over my budget so I couldn’t get in, what a shame. I don’t care, tho. I can’t believe one century ago my favorite artist was drinking absynthe inside those walls, I traveled ten hours straight for that moment. Holy shit. I’m crying again. You’ll never understand how much I love him.


The bad thing about our little trip to Montparnasse is: we didn’t stay there much, I wish I had spent at least one whole day there. We didn’t even get to see le Café des 2 Moulins {on our trip to the airport later I saw that it was exatly on the street of the Moulin Rouge, so you have no idea how I wanted to cut myself when I found that out}.

My main goal is to go back to Paris to make that up.


P.S.:  “La Goulue” by Henri de Toulouse-Lautrec {1891}.


Continue Reading

Sainte-Chapelle


La Sainte-Chapelle is a royal medieval Gothic chapel, marked by its sense of weightlessness & strong vertical emphasis. The interior is filled by the stained glass windows {including the famous rose window with flamboyant tracery} & every inch of the remaining wall surface is also richly coloured & decorated.


After visiting the Panthéon, we started the Gothic tour: the Sainte-Chapelle & Notre-Dame. On the Saint-Chapelle we first entered the lower chapel & we were a bit disappointed: it looked like a random medieval store, a small room with cute castles on the walls & a souvenir shop. We had no idea what was waiting for us when we stepped on that little stair towards the main chapel. Delight. I used to imagine during History of Art classes how amazing would be to see the lights inside a Gothic church with stained glasses & I finally saw that. I can’t describe how I felt looking at those incredible pieces of colorful glass touching the sky. I wonder how a person centuries ago used to feel inside these churches; being inside these walls do make any human believe in God.


Continue Reading

Musée de l’Orangerie & Jardin des Tuileries









The Jardin des Tuileries is a garden located between the Louvre Museum & the Place de la Concorde. It was created by Catherine de Medicis as the garden of the Tuileries Palace. In the 19th and 20th century, it was the place where Parisians celebrated, met, promenaded & relaxed

.


















Arc de Triomphe du Carrousel






Our first contact with the Musée du Louvre was actually kinda funny: we were walking in our first day in Paris looking for some place to have a picnic, saw that huge palace & had no idea what it was. We just came in, sat in a bench taking a look at the crows & when we were finished, we looked back to find a trash can & OH MY GOTH IS THAT THE PYRAMIDE DU LOUVRE? Yes, it was. We didn’t plan to visit the Musée that day, so we decided to take walk through the garden instead. When I was taking a picture of the Jardin du Carrousel I had my first sight of the Eiffel Tower {yes, Paris is that small}. I was so excited that day, I can remember everything perfectly. 

Most of these pictures are from outside the Musée du Louvre, but the Jardin goes until the Place de la Concorde. Tuileries is beautiful, the fact we traveled in Autumn made it even more amazing; those red & orange leaves falling down the trees, the cold wind in my face, drinking hot cocoa looking at the Gran Roue, all those adorable crows flying over us. Awn, it sure melted my goth girl’s heart. 

Still in the Jardin des Tuileries there is the Musée de l’Orangerie, an art gallery of impressionist & post-impressionist paintings, famous for being the permanent home for the Nymphéas by Claude Monet. The eight famous paintings are displayed in two oval rooms all along the walls {they were featured in Woody Allen’s film Midnight in Paris, I know you remember them}, but since we weren’t allowed to take pictures in that Musée I’ll have to share a pic I found online to show you the perfection of those rooms. The Museum also contains works by Paul Cézanne, Henri Matisse, Amedeo Modigliani, Pablo Picasso, Pierre-Auguste Renoir, Henri Rousseau, among others. 



I must confess: the most amazing surprise for me was the Art In Fusion exhibition devoted to the legendary couple Diego Rivera & Frida Kahlo. I was already familiarized with Kahlo’s work but it never had a real impact on me, but it drastically changed when I saw it live. Her paintings are gut wrenching & really impressive, not for the technique but for all the symbolisms & her own history; a cycle of life & death, revolution & religion, realism & mysticism. I confess I couldn’t hold the tears in front of that amazing collection; looking at Frida Kahlo with new eyes was definitively the best gift I got that day. 



My Grandparents, My Parents, and I {Family Tree}, Frida Kahlo, 1936.
Continue Reading

La Seine & Pont des Arts


La Seine is an extense river in the north of France & bifurcates the city of Paris into left & right banks {rive gauche & rive droite}. The beauty of the river not only captures our current imaginations: it has mesmerized & seduced since pre-medieval times; it has inspired many artists, as Henri Matisse, Claude Monet, Georges-Pierre Seurat & many others. There are 37 bridges within Paris, as the Pont Neuf, Pont des Arts & Pont Alexandre III.


Can someone explain why there’s a dinosaur & a skull full of butterflies at the Compagnie des Bateaux-Mouches?



Pont des Arts

The Pont des Arts is a bridge in Paris which crosses La Seine; it has been featured in numerous films & television shows. It links the Institut de France and the central square of the Palais du Louvre. In recent years, many tourist couples have taken to attaching padlocks {also known as “love locks”} with their first names written or engraved on them to the railing or the grate on the side of the bridge, then throwing the key into the Seine river below, as a romantic gesture. This gesture is said to represent a couple’s committed love.




Continue Reading